Três Sombras

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No Dia do Pai proponho uma reflexão sobre o amor paternal. Claro que há pais e pais e filhos e filhos e que o amor incondicional de progenitores e descendência não será uma lei universal…

Mas talvez poucos pais consigam precisar a linha que separa o que fazem e não fazem pelos seus filhos, a qual, provavelmente, se vai moldando ao desenvolvimento do filho, desde os primeiros minutos de vida até ao momento que o pai parte deste mundo.

E se a sentença de morte for sobre o filho? O que um pai está disposto a fazer para o salvar? Dizem as lendas que um casal amigo de Cyril Pedrosa viveu a dolorosa perda de um filho por doença e que foi este o mote para que o autor elaborasse a novela gráfica Três Sombras, editada no nosso país pela Polvo, a chancela da Rui Brito Edições.

Ao longo das 270 páginas, a preto e branco e “branco e preto”, o leitor é convidado a mergulhar num mundo que, de bucólico, se vai tornando simultaneamente mais fantasioso e urbano ou marítimo, antes de regressar ao seio familiar, com roturas gráficas e aparentes distrações cuja função é afinal melhor servirem à estória que está a ser contada.

A ler, portanto!

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