Fashionista, socialite e… espia

Pessoalmente, a curiosidade sempre se manifestou quando me apresentaram histórias nas quais a personagens universalmente reconhecíveis pela mente coletiva era dada toda uma nova palete de possibilidades.

Em 2002, começou a ser publicada no EUA uma série de banda desenhada denominada Fables, da autoria de Bill Willingham. O volume que reúne os primeiros números chegou a ser publicado em Portugal pela Devir, traduzindo o título da série para Fábulas. A premissa era simples mas inovadora q.b. para garantir o sucesso internacional. Alicerçando-se no género da fantasia contemporânea, a obra propõe que as personagens que a humanidade tão bem tem conhecido ao longo dos séculos (como a Branca de Neve, Príncipe Encantado, Lobo Mau, João Pé-de-Feijão e muitos outros) existem no mundo real em comunidades clandestinas.

Com mais de 125 números publicados até ao momento, a série contou também com vários spin-offs sob a forma de romance ou banda desenhada. No final do ano passado, tive a oportunidade de ler os dois volumes que reúnem as duas minisséries dedicadas a Cinderela, uma personagem secundária em Fables, da autoria de Chris Roberson e Shawn McManus. Os títulos piscam o olho aos livros do James Bond: From Fabletown with Love e Fables Are Forever ou não fosse a Cinderella, nesta versão, uma uma agente infiltrada nas mais variadas e perigosas missões. Além da Cinderela, nestes dois livros surgem também a Branca de Neve, Príncipe Encantado, Besta, Mogli, Gato das Botas, a bruxa da casinha de chocolate, Rapunzel, Sinbad, Lobo Mau, Fada Madrinha, Dorothy e muitos outros.

Trata-se de uma mistura explosiva e divertida.

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NPS

(nota: as capas são da autoria de Chrissie Zullo)

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