A destruição dos LP

Ouvi recentemente na Rádio Universitária do Minho (RUM) um grupo de música a apresentar o seu novo disco com apenas cinco ou seis faixas. Para eles, não faz sentido ficar ausente do público durante dois anos mas, isso sim, valerá a pena fazer trabalho mais curtos. Deste modo seria possível voltar aos «mercados» todos os anos.

Ao absurdo, este tipo de raciocínio reduziria a publicação musical a músicas isoladas. Foi a chamada destruição dos objetos de pensamento, não só discos mas também livros, sobre o qual me alonguei no Pronto A Ler, o nosso outro espaço.

Se se interessar poderá ler esse trabalho aqui.

(imagem: Broken Record emprestada aqui).

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